segunda-feira, 22 de junho de 2009

Arte de principiante





































Por vezes, para fugir um pouco ao trabalho desgastante que é o de professor, dedico-me a outras artes. Por Exemplo, tenho um cantinho por detrás da casa onde já crescem as alfaces entre outras plantas hortículas. Também dedico o pouco tempo que tenho para fazer umas coisitas artísticas. Tudo de pricipiante e por força do autodidatismo, é claro. Aqui ficam algumas obras...

quarta-feira, 17 de junho de 2009

E AQUI VAI O PRÉMIO



...PRODUZIDO POR UM OLEIRO DA REGIÃO. SINGELO, NÃO?

sexta-feira, 12 de junho de 2009

O Poema " A TI"... Reinventado

Na 4ªF fui receber a minha Menção Honrosa (4º lugar) pelo poema " A TI". Este prémio esteve integrado nos Vº Jogos Florais de Tondela e a cerimónia decorreu no Centro de Exposições. Para além de receber o prémio, tive de o ler em público. Confesso que a minha voz tremeu de vez em quando, pois o poema em si me diz muito.
No final, tive oportunidade de cumprimentar um grande homem, O Presidente da Câmara, Dr. Carlos Marta, pessoa que conheço desde há 13 anos, quando iniciei a munha vida profissional na Escola Profissional de Tondela. Admiro esta figura pela sua integridade e palavras francas. Após me cumprimentar, ele observou o facto de não saber desta minha veia poética. "pois é, não é só informática" respondi em tom de bricadeira.

Mas aqui volta o poema reinventado:

A TI...
Com a imagem traçada
Percorreste maus caminhos
De palavras marcadas
De mentirosos carinhos
Deixaste que se pensasse
Que poderia existir sentimento
O que se pretendia, afinal
Era puro envolvimento.
Deste passado nada guardo
Pois nada há a resolver
De contas liquidadas
Sem um saldo sequer
Nesta mentira irreal,
Ainda muito por dizer
Verdades permanecem
Somente um virar de costas
E olhares...
Existirão ainda palavras
Que serão ditas mas não ouvidas
Interpretações à parte
Nem de neve ou distâncias
Nem de branco ou sorrisos
Porque todos os sorrisos são vistos
Corações Não
E o Teu é gélido, frio e calculista
Não mede conhecimentos nem razões
Somente procura interdições
Como um animal faminto
Por entre desconhecidos e conhecidos
Procura a presa fácil
E por fim se alimenta
Querendo saciar fomes surgidas
Por entre rostos, observa as imaculadas
Rostos já conhecidos mas agora distantes
Como na branca neve, limpa cada rasto e cada rosto
Numa névoa de razões somente vividas
Não tarda ainda
Nestes caminhos infiéis
Um frio no calor obtido
E é das respostas não respondidas
E dos sons não ouvidos
Que quase encontro o que quero jamais ser
Um vulto com frio
Porque do calor não consegue
Aquecer a memória.
Esta, fogueira mansa mas manhosa
Ainda queima, mas quase pouco,
Ainda lateja aos soluços
Suas réstias de vontade
Um dia, haverá uma explicação que não vou querer...
Porque em TI só mentira circula.
Hoje, Nada.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

" A TI..." Premiado

"Temos o prazer de lhe comunicar que o poema "A TI..." foi premiado com menção honrosa na categoria de poema."

Pois é, " A TI..." recebeu prémio. Concorri com este poema nos Vº Jogos Florais a cargo da Câmara Municipal de Tondela. Foram recebidos 146 trabalhos para 3 categorias: proza, conto e poema. Quando concorri não sabia se o poema ia ou não ser aceite, uma vez que o título "Jogos Florais" não indicava muito bem a que se pretendia a orientação do poema. Eu decidi arriscar uma vez que o poema "A TI..." me diz muito. Todavia, e uma vez que tinha de ser um máximo de 2 páginas, criei o "A TI..."reinventado. Amanhã, publico.
Assim, Parabéns a mim.....

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Quando temos saudade


Por vezes apanho-me a pensar na saudade....e a sentir saudade.

A maior parte das vezes nem sei bem porquê. Sinto simplesmente saudade. Tenho muitas boas lembranças da minha juventude (lol, não é que eu seja "velha"). Por sinal não me lembro de ser "louquinha da silva". Muito pelo contrário. De vez em quando havia algumas folias, mas nada de especial. Nada comparado com o que acontece com os "nossos Jovens". Devereria ter brincado mais, talvez. Deveria ter feito o que, com medo dos outros, não fiz. Agora, "os outros" sou eu. Talvez sinto saudade mesmo daquilo que não fiz e agora "tarde demais".

Na verdade também há situações que vivi e das quais não sinto saudade, somente existe lembrança. Algumas boas, outras nem por isso...

terça-feira, 2 de junho de 2009

Ontem - Dia Mundial da Criança

Porque todos nós guardamos uma criança dentro de nós... mesmo que adormecida...


segunda-feira, 1 de junho de 2009

ADOREI - Como Escrevem os nossos ilustres alunos....


REDAXÃO


'O PIPOL E A ESCOLA'


Eu axo q os alunos n devem d xumbar qd n vam á escola. Pq o aluno tb tem Direitos e se n vai á escola latrá os seus motivos pq isto tb é perciso ver q á razões qd um aluno não vai á escola. Primeiros a peçoa n se sente motivada pq axa q a escola e a iducação estam uma beca sobre alurizadas.Valáver, o q é q intereça a um bacano se o quelima de trásosmontes é munto Montanhoso? Ou se a ecuação é exdruxula ou alcalina? Ou cuantas estrofes tem um cuadrado? Ou se um angulo é paleolitico ou espongiforme? Hã?E ópois os setores ainda xutam preguntas parvas tipo cuantos cantos tem 'os Lesiades''s, q é u m livro xato e q n foi escrevido c/ palavras normais mas q no aspequeto é como outro qq e só pode ter 4 cantos comós outros, daaaah. Ás veses o pipol ainda tenta tar cos abanos em on, mas os bitaites dos profes até dam gomitos e a Malta re-sentesse, outro dia um arrotou q os jovens n tem abitos de leitura e q a Malta n sabemos ler nem escrever e a sorte do gimbras foi q ele h-xoce bué da rapido e só o 'garra de lin-chao' é q conceguiu assertar lhe com um sapato. Atão agora aviamos de ler tudo qt élivro desde oCamóes até á idade média e por aí fora, qués ver???O pipol tem é q aprender cenas q intressam como na minha escola q á um curço de otelaria e a Malta aprendemos a faser lã pereias e ovos mois e piças de xicolate q são assim tipo as pecialidades da rejião e ópois pudemos ganhar um gravetame do camandro. Ah poizé. Tarei a inzajerar?


Aluno do 9º ano, Caldas da Raínha