Depois da aventura e tormento que foi chegar até Périgueux, aqui estou mais morta que viva. Não dormi, não comi e ainda por cima o meu estõmago resolveu mostrar das suas. Foi uma autentico sofrimento ter de esperar uma série de horas no aeroporto e depois ter de ir dentro de um avião que mais parecia um caixa de sardinha, sem falar dos mais de 100 km que ainda tivemos de percorrer para aqui chegar. Mas o que vale é que isto aqui é muito bonito e pitoresco. Somente não gostei muito das casa quase em ruínas cuja arquitectónica é lindissíma.
A ver vamos amanhã. Vamos para o Conselho Geral e também vamos ser recebidos pela câmara.
Que dia!!!
domingo, 11 de abril de 2010
Rumo a França
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Pequenas descobertas.
Hoje o meu dia foi dos tais! Daqueles em que gostaríamos que tivessem 30horas e mesmo assim não seriam suficientes. Logo pela manhã, deixei a cara metade (?) para a prevista boleia e rumei para os meus afazeres. Ou seja, deambulei pela cidade à procura de algumas necessidades pendentes. Depois do terceiro café, rumei para casa para enfrentar a lida que me esperava. Tinha decidido dar uma reviravolta em tudo o que estava com "as pontas de fora".
Já passa da meia noite e tudo continua de "pantanas". Aproveitei para fazer algumas pequenas descobertas no meio das coisas que vamos empilhando so longo dos anos. Algumas foram religiosamente guardadas enquanto que outras foram directamente para o lixo. Gostaria de ter aquela desenvoltura e a falta de apreço em relação às coisas. Mas não consigo me desfazer de um bilhete, um desenho feito à séculos e de outras coisas afins.
Depois de muitas idas e voltas para aquilo que será o meu escritório e de muitas vezes subir e descer escadarias, sento-me finalmente para ler os emails e ficar na conversa com a filha e com a amiga da filha no messenger. Também aproveitei para espreitar o blog da filha e faço mais uma pequena mas muito saborosa descoberta. Adorei a forma como a filha se exprime!!!
Pequenas descobertas que fizeram deste cansativo dia, um grande dia.
Já passa da meia noite e tudo continua de "pantanas". Aproveitei para fazer algumas pequenas descobertas no meio das coisas que vamos empilhando so longo dos anos. Algumas foram religiosamente guardadas enquanto que outras foram directamente para o lixo. Gostaria de ter aquela desenvoltura e a falta de apreço em relação às coisas. Mas não consigo me desfazer de um bilhete, um desenho feito à séculos e de outras coisas afins.
Depois de muitas idas e voltas para aquilo que será o meu escritório e de muitas vezes subir e descer escadarias, sento-me finalmente para ler os emails e ficar na conversa com a filha e com a amiga da filha no messenger. Também aproveitei para espreitar o blog da filha e faço mais uma pequena mas muito saborosa descoberta. Adorei a forma como a filha se exprime!!!
Pequenas descobertas que fizeram deste cansativo dia, um grande dia.
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Relógio Humano
Quer queiramos quer não, nós - bicho Homem, possuímos algo que nos assemelha aos aminais. Não falo do "tal" instinto animal que estes têm e que muito bem fazem uso, mas sim do nosso relógio biológico.
Por mais que queiramos ou não, em determinados momentos da nossa vida, olhamos fixamente para o relógio ou para o calendário. E perguntamo-nos sobre o porquê que esta hora ou esta data está a fixar-nos. É como se o relógio ou o calendário tomassem proporcões desmesuradas, como gritando por um sinal de relembrança. "Hello!! Estou aqui!!!", "Estou aqui para que te lembres...". Pois é. Relembra mesmo. Podem passar 100 anos que estes objectos, que tão bem nos fazem relembrar que o tempo existe, voltem e voltem para mais um sinal de determinação.
E hoje volta a acontecer. A data tornou-se grande, o telemóvel foi remetido para a primeira mensagem de entrada: "te amo - 8/04/2006; 23:24". Tambem existem outros sinais, tais como o número 9. Alías muitos números me povoam o espírito neste preciso momento.
E por mais que este números signifiquem distância, quando se aproximam determinadas datas, tomam uma importância que não deveriam.
Seria interessante que fossemos implantados de um chip com prazo de validade. Implantação de um pequeno disco que poderia ser facilmente formatado por forma a que os ficheiros desnecessários ou com precisão de esquecimento fossem deletados.
Mas nós, bicho Homem, não somos formatados. Somos um seguimento de histórias vividas em momentos grandes e pequenos. Os grandes são aqueles que construímos aos poucos e que formam a nossa vida enquanto os outros, os pequenos, são aqueles que teimamos esquecer e que esquecemos durante 364 dias do ano.
Mas não é fácil.
Agora eu gostaria de dedicar aos meus pequenos momentos, um louvor de agradecimento.
Agradecimentos por tê-los vivido, agradecimento por tê-los conhecido e por fazer desses pequenos momentos um caminhar constante na direcção oposta.
Por mais que queiramos ou não, em determinados momentos da nossa vida, olhamos fixamente para o relógio ou para o calendário. E perguntamo-nos sobre o porquê que esta hora ou esta data está a fixar-nos. É como se o relógio ou o calendário tomassem proporcões desmesuradas, como gritando por um sinal de relembrança. "Hello!! Estou aqui!!!", "Estou aqui para que te lembres...". Pois é. Relembra mesmo. Podem passar 100 anos que estes objectos, que tão bem nos fazem relembrar que o tempo existe, voltem e voltem para mais um sinal de determinação.
E hoje volta a acontecer. A data tornou-se grande, o telemóvel foi remetido para a primeira mensagem de entrada: "te amo - 8/04/2006; 23:24". Tambem existem outros sinais, tais como o número 9. Alías muitos números me povoam o espírito neste preciso momento.
E por mais que este números signifiquem distância, quando se aproximam determinadas datas, tomam uma importância que não deveriam.
Seria interessante que fossemos implantados de um chip com prazo de validade. Implantação de um pequeno disco que poderia ser facilmente formatado por forma a que os ficheiros desnecessários ou com precisão de esquecimento fossem deletados.
Mas nós, bicho Homem, não somos formatados. Somos um seguimento de histórias vividas em momentos grandes e pequenos. Os grandes são aqueles que construímos aos poucos e que formam a nossa vida enquanto os outros, os pequenos, são aqueles que teimamos esquecer e que esquecemos durante 364 dias do ano.
Mas não é fácil.
Agora eu gostaria de dedicar aos meus pequenos momentos, um louvor de agradecimento.
Agradecimentos por tê-los vivido, agradecimento por tê-los conhecido e por fazer desses pequenos momentos um caminhar constante na direcção oposta.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Páscoa tranquila
Mais um ano se passa em que me rumo para a terra paterna para mais um encontro pascoal. Gosto desse encontro, em que pais e irmãos fazem os possíveis para estarem juntos. Estivemos todos. O meu irmão é que, devido aos seus afazeres caseiros ou profissionais, mais uma vez não compareceu ao almoço juntamente com esposa e filha. Já estamos habituados em que nos reúnimos e eles faltem. A família, assim não se reune, vê-se.
Revivi algumas emoções muito boas e que me fizeram também pensar claramente, que muito do ressentimento que trago comigo já lá vão quase 22 anos, foram provocado única e exclusivamente por mim.
Encontrei o meu primeiro diário e nele estão escritas e transcritas muitas conversas que me levaram a sonhar, reviver e meditar...
Tomarei coragem para transcrever para este as palavras que foram ditas, os gestos que foram revividos? Um dia, quem sabe...
Revivi algumas emoções muito boas e que me fizeram também pensar claramente, que muito do ressentimento que trago comigo já lá vão quase 22 anos, foram provocado única e exclusivamente por mim.
Encontrei o meu primeiro diário e nele estão escritas e transcritas muitas conversas que me levaram a sonhar, reviver e meditar...
Tomarei coragem para transcrever para este as palavras que foram ditas, os gestos que foram revividos? Um dia, quem sabe...
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