segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Como não perder a cabeça nos saldos?

Mesmo em tempo de crise, hiper-crise, reafirmam os economistas, ainda consigo ver as formiguinhas pegarem nos seus parcos trocos e caminharem no sentido à palavra mágica: "SALDOS". Porque será que, de cada vez que esta palavra surge, as pessoas esquecem as suas misérias e compram mais e cada vez mais. Ora são mais um par de botas ( para o próximo ano do filho, dizem elas) ora é aquele casaco que custa a córnea dos olhos, que com toda a certeza será vestido menos de uma dúzia de vezes? Omtem fui a um outlet com a minha filha. "Vamos là ver o que là se passa" disse-lhe eu. Pois bem, o referido outlet estava apinhado de gente no meio de artigos que não são, de todo, desta época. Aflição!!! No meio de tantos quitandeiros, achei somente um que me chamou à atenção e como boa formiga que também sou, fiz umas compritas. No final, repito para mim mesma de que vou ter de "cortar" em algumas despesas para sobreviver até ao próximo salário. Faço-o sempre que me distraio nas contas e que me desvio do necessário. Agora o que eu gostava de ser neste momento é de ser uma calculadora para poder somar tudo o que as pessoas gastam desnecessáriamente durante os saldos, pois saldos é quando não fazemos quaisquer compras durante o ano todo, fazemos a respectiva lista das reais necessidades e depois, sim ,vamos, após uma poupança de uma época, comprar o que realmente necessitamos. Será que seguimos este esquema?...Hum...

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Crise de poupança


Hoje aproveitei o facto de entrar ao serviço um pouco mais tarde para poder ver o telejornal da manhã. De facto, mesmo que acordemos um pouco mais tarde, pelo menos até às 10h da manhã dá para apanhar sempre alum tema interessante ou que esteja a passar no momento, isto porque as notícias repetem...repetem. Aproveitei para prestar especial atenção àquilo que um especialista relatou acerca das nossas finanças. Mais do que esperado, vamos continuar numa "real" crise, apesar de estimarem que vamos sair dela. Eu não acho. Aliàs continuo a afirmar que poupar é realmente uma proeza nos dias de hoje. Como podemos cortar algumas coisa, tal como nos sugeriram, se o que queremos é chegar ao fim do mês com as dívidas pagas?
E como vamos prevenir as supresas que nos surgem inesperadamente do tipo, um carro que avaria, um carro que se danifica, dentista para 2 filhos, e muito mais. Eu é que não sei como, mas torna-se muito difícil gerir as finanças nos dias de hoje. E ponho-me a pensar: como é que muitos subsistem (para não dizer sobrevivem) com um salário mínimo e depois ficam no desemprego. Não sei mesmo. Todas essas pessoas são mesmo de louvar. Agradeço, no entanto aos meus pais, à minha mãe cuja alergia era basicamente o desperdício e a desnecessária fartura. Tudo era escrupulosamente racionado de modo a que se evitassem as sobras, sem esquecer a passagem do vestuário de umas para outras. Para além disso, tive o privilégio de receber os ensinamentos do saber fazer. Do saber confeccionar as refeições, do saber gerir uma casa, do não ter medo de pôr as mãos à enxada para o jardim, o saber passar a roupa, o que prevenir e muito mais. Por isso muito raramente vamos almoçar ou jantar fora. Tenho o privilégio de saber confeccionar, sem quaisquer problemas um jantar de qualquer tipo e sobretudo de olhar para o que tenho e inventar.
Apesar da crise, espero que sinceramente as coisas comecem a melhorar para que possamos poupar...

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Começar um novo ano.

E porque entramos num novo ano resolvo "encurtar" as palavras e, exprimí-las através de recados "luminosos". Hoje e porque ainda não estamos numa "nova década", sim, poruqe a nova década somente irá acontecer para o proximo ano, O que desejo a todos é que este ano seja muito, feliz.

Esta é para alguns

Frases de ano novo



Esta... é somente para alguns
Feliz Ano Novo



A começar um novo ano, enchemo-nos de muitos projectos e enquanto comemos as ditas "12" passas (não sei se foi esse o número certo, tentamos idealizar para os outros e para nós próprios, alguns sonhos que queremos concretizados. Mas este ano, à semelhança do ano que findou não vai ser fácil. Mais para todos aqueles que o acabaram de uma das piores formas possíveis. Ora são cheias, acidentes, rebentamos, alagamentos, desabamento de terras. Como será enfrentar um novo ano, quando o que pretendemos é poder continuar sonhando com alguma coisa mais para as nossas vidas. Nestas alturas, realizo um desejo para estas pessoas. Não peço somente para mim ou para os meus. Peço para aqueles que estão na estrada ou todos aqueles cuja vida lhe pregou uma partida. E Este tempo não tem ajudado muito para a idealização de qualquer desejo.
Mesmo assim, ainda alguns hábitos permanecem, como por exemplo percorrer toda a nossa agenda telemóvica, para mandar a sms de praxe com os votos de bom Ano Novo. Uma senhora desejou-me o seguinte: "Bom Ano com muita saúde e paz... que o resto vem atrás". E foi este mesmo desejo que empreguei para a maioria dos meus amigos e conhecidos. A minha irmã não gostou muito " SMS ZPT" ou seja "sms zás pás trás", tipo escrito e feito. "conta a intenção" escreveu ela. Eu não achei, porque a mensagem por si só, apesar de curta, tem muito de verdadeiro. Sem saúde e paz não conseguimos o quer que seja. Resolvi também enviar a outras pessoas uma sms diferente, mas cujo voto seria o mesmo. E continuou um velho hábito que, mais uma vez, eu sei não deveria ter concretizado. Fiquei no entanto muito surpresa pela resposta passado segundos, isto porque não estava à espera. Seria já a bebida fazendo o seu dever?
Concluíndo: Muita Saúde e Paz para todos, que o resto vem atrás.