18 de Janeiro de 2008
Ontem o dia foi de grandes emoções!!
No entanto tive a necessidade que me caracteriza de submergir estas emoções de forma a não mostrar o vendaval que estava por dentro de mim.
Isto porquê?
Para responder a isso tenho de remexer em memórias que permanecem frescas e que dizem respeito ao acidente vivido no dia 15 deste mês. Conclusão: depois de muitas voltas, fiquei sem condução e esta é fundamental para a profissão que exerço. Depois de reflectir sobre os passos a seguir para resolver este problema, no mesmo dia da parte da tarde, eu já tinha o carro que supostamente poderia pretender. Não foi dificil a escolha pois já se tornava uma necessidade familiar esta aquisição. Depois de contratos e papeladas, o vendedor diz: " já o pode levar." não o trouxe logo (medo, claro). Mas não pude evitar sentar-me ao volante do dito carro pois, lá esta, necessidade obriga. Este encontro entre mim e o ford aconteceu à noite, pois não quiz facilitar. "Há-de ser o que Ele quizer". Assim foi o meu pensamento.
Hoje de manha, fiz questão de parar no local do acidente. O meu outro carro faz-me falta. Eu já não quero ouvir qualquer questão a seu respeito, sobre seguros, salvados, etc.. Que salvados???? Para mim, Morreu e não quero mais falar sobre isso, pois faz-me falta. É como tudo o que pretendo esquecer. Somente o que me faz imensa falta é que é retraído com vontade de ser esquecido ou abafado. Mesmo assim, a aprendizagem das ligações que podemos fazer em relação às coisas ou pessoas será sempre de acordo com as nossas emoções. Nunca esquecemos...
sexta-feira, 18 de janeiro de 2008
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