Já là vão muitos anos que a ilusão do Senhor redondo e bochechudo desapareceu da minha ilusão de menina. Sempre tive a noção (e porque os meus pais fizeram questão disso) da não existência real deste homem que vem carregado com as prendinhas e desce pelo cano da chaminé.Hoje, já mãe, tento incutir aos pequenos a ilusão do Natal. construímos juntos a árvore, com toda a decoração a rigor e enfeites variádos. este ano optamos pela árvore branca com enfeites dourados, bolas e cerpentinas. Também não poderiam faltar os bonecos de madeira e os chocolates.
A visão da árvore na sala transmite-me calma.É a única época de que gosto, aliàs. Pelo significado da família.
Apesar de tudo, por vezes gostaria de escrever a "tal" carta ao Pai Natal. Depois iria lançà-la no meio das chamas do fogo da lareira. É um conto o de queimar a carta, assim essa é transportada por meio do fumo até ao céu.
Fantasias, é claro. Todos nós ainda guardamos um pouco do espírito de natal dentro de nós, mesmo que a idade nos diga " já não tens idade para isso". Nunca devemos esquecer o que queremos para os outros. Não será este o objectivo? Poder fazer os possíveis para reunir com aqueles que prezamos ou somente acenar para aquele de quem não nos lembramos diáriamente.
amanhã talvez esvreva ao Pai Natal...
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