De volta às teclas... Sabe sempre bem começar um novo fim de semana, mas há determinados momentos em que gostarámos de voltar à nossa rotina básica.
Hoje foi mais um dia em que fui acordada por "Paulo Gonzo em Sei-te de cor". Esperei mais uns minutos, a noite foi longa....
Depois de uma passagem pelo sofá, lá fui para o recanto habitual dos meus lençois. Depois, custou re-adormecer.
Começo a pensar no quanto somos pequenos e no quanto somos insignificantes. Do quanto eu gostaria de repassar alguns momentos vividos para deixar de os viver. São eles que me ligam ao que ainda sou: um ser ligado ao inútil - ao vivido que não deveria ter sido. Como fazer para que isso acabe de vez?
Ainda estão presos os elos. E não existe um dia em que a mágoa não me chama à razão. Porque é tão difícil esquecer?! Será que será sempre assim, para que cada imagem me faça realmente ver o que realmente sou? NADA.
Porque temos facilidade em mostrar a nossa melhor faceta, quando afinal somos um poço de reservismo e tudo nos confronta com a nossa representação do nada que somos?
Pensámos ser e afinal não nos vale de nada termos vivido para comprovarmos o que já sabiamos. Deveremos sempre seguir o inconsciente e adormecido instinto, pois ele está sempre presente e nos alerta para o que virá a seguir. Continuará a existir o lema " os meus objectivos não têm prazo. Eu continuo a saber que irá acontecer. Quando? não sei. Mas que irá acontecer, isso eu sei.
Não existiu uma única vez em que isso não se concretizou. O que não foi objectivado ou planeado, somente aconteceu e desses momentos não há o que dizer pois naturalmente aconteceram. Todavia, acredido que ainda, na palette, existem cores para pincelar a minha vida de lindas cores...
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