
Sem tristezas ou mágoas
Recolho os caminhos
Dentro das paralelas
Aguardo um retorno.
Vislumbro ao longe
O que penso ser um vulto
Não o é, é uma sombra
De alguém que já fui
Não tarda ainda
Nestes caminhos infieis
O frio no calor obtido
É das respostas não respondidas
É dos sons não ouvidos
Que quase encontro o que quero jamais ser
Um vulto com frio
Porque do calor não consegue
Aquecer a memória.
Esta, fogueira mansa mas manhosa
Ainda queima, mas quase pouco,
Ainda lateja aos soluços
Suas réstias de vontade
Nunca será agora? ou Agora será Nunca?
1 comentário:
Só tu poderás responder a essas perguntas. O que é certo, é que o "Agora" existe e o "nunca" não existe...
Bjs.
PS Considera-te tb premiada pelos "miminhos".
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